INFINITAS POSSIBILIDADES !!

Querid@s,


Neste espaço compartilho as experiencias e impressões do dia a dia, seja dos relacionamentos, da vida, dos sentimentos e das pessoas. Lembranças e esperanças, concretos e abstrações, angustias e alegrias e principalmente a entrega no mundo das possibilidades que permite que celebremos encontros, desencontros, sabores, dissabores, afetos e desafetos, muitas vezes catarseando e outras transloucando.

Nossas possibilidades são infinitas como o amor, profundas como a vida e encantadoras como nós. Nossos pensamentos e reflexões vivem no limiar das experiencias e sucubem no desconhecido, portanto, permitir que vocês percebam as cabriolas do mundo interior ao se identificar com alguns textos ou opor-se a outros, ou ainda plantando uma semente para reflexão acerca de qualquer tema seria minha primeira intenção, porem, despretensiosamente, simplesmente desenharei palavras e às imagens vocês darão as cores, as formas e o destino de cada viagem à subjetividade, cada um criará.

Serão bem vindas as criticas, sugestões e partilhas.

Sera um prazer navegar com vocês!

Sejam bem vind@s! Namastê!


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

DELIRIOS NA CELULOSE

Nesta noite
Delirava em papeis amarelados
... Decifrando-me em impressões de outrem
e sorvendo o malte prometido
à despedida das ultimas gotas que se exalam
Submerso em lembranças
Onde o fogo de tenra idade se esvaiu,
Segurei-me mais uma vez
Inspirei... Respirei...
Adormeci... em seguida o despertar
Como? Não sei.
Mas recomecei...
Corrigi o caminho
Titubeei
Mas não caí no fosso,
Não via o fundo
Nem o verso
Mas com o Scotch companheiro
Procuro a razão no mundo
Deste viver astuto
Para quem sobrevive
E vivo, vivendo sou livre...
Sou livre.... Livre!
Mesmo aqui nesta Sampa Plural
Por onde versam punhal, crackal na rua Gletal
E vou e volto tornando-me o que um dia fui
Impus a caneta e eis-me aqui novamente
E assim vou sendo a compreensão daqueles que me criam
À sua própria maneira e espelho

O copo já vazio e a página cheia
Assim mais uma dose desvendará
Meus ocultos sabidos
Segredos letárgicos
Que a arte desvenda
Sucumbo aos pactos e fujo do mundo inteligível
E o ultimo gole me convida a compartilhar
O sono com os cobertores e lençóis nesta noite frigida
A despedida, enfim.
Convidando ao fim
Tudo que tenho agora é a garganta seca
A alergia companheira dos ácaros
Que enrubesce os olhos
O corpo trêmulo do frio que me invade
As mãos cansadas que os versos renunciam
Chega o meu instante, a iminência do sono
A megametrópole me espreita ao amanhecer do dia !!!

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